EA processada mais uma vez

Oficialmente sempre que confrontada, a Eletronic Arts nega a existência de um algoritmo capaz de alterar dinamicamente o nível de dificuldade das partidas do Ultimate Team, um dos modos de jogo da série FIFA. Contudo, em diversas oportunidades já deixou claro que tentaria criar formas de supostamente tornar as partidas mais “inclusivas” e “justas”, o que é amplamente entendido pela comunidade como a utilização do “Handicap”, um sistema existente n Ultimate Team capaz de manipular os atributos dos jogadores, bem como as chances de sucesso de suas jogadas, em outras palavras, mesmo que você tenha um Messi com habilidades gerais 99, ele ainda poderá errar uma bola debaixo do gol e sem goleiro, caso, por exemplo, o seu adversário tenha um time pior, ou um histórico de jogo pior que o seu.

Sendo esse o único argumento para a existência do “Handicap” apesar de absurdo e prejudicial para a comunidade, ele ainda era tolerável, o grande problema é que segundo um novo processo iniciado na Califórnia, a Eletronic Arts utiliza o chamado “Dynamic Difficulty Adjustment”, ou seja, ajuste de dificuldade dinâmica, tecnologia patenteada. O objetivo seria manipular os atributos das equipes e o resultado de suas ações, com o objetivo de frustrar o jogador e convencê-lo a comprar FIFA Points com o objetivo de abrir pacotes de cartas na esperança de conseguir um jogador melhor para novamente, fazer sua equipe jogar aquilo que ela já deveria jogar e render, mas é sabotada pela tecnologia utilizada pela EA. O citado recurso também seria usado em outras franquias tais como NFL e NHL.

Em resposta a EA afirmou que seus jogos estão sendo mal interpretados pelas equipes de advogados e que irá se defender no referido processo.

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